sábado, 17 de julho de 2010

Palavras Alheias


Quero me liberta de tudo aquilo que me causa mal,
Quero viver intensamente no limite da vida,
Quero Conhecer o que me rodeia, o que me anseia, o que me fascina.

Quero amar, ser amado, ser odiado,
Libertado, invejado, almejado.
Quero ser tudo e não ser nada,
Viver na esperança que o amanhã aparecerá.

Não sou mais eu, nem você é igual,
Tudo muda na velocidade de que tudo se destrói,
Restam as cinzas de um amanhã nublado,
Nostálgicas lembranças vagas de um passado feliz.

Momentos se perdem, assim como perdemos a nós mesmos,
Solitários em seu mundo interior,
Capaz de se abster de si próprio,
O próprio abandono, a própria batida,
A música inicia, e o choro termina.

Caminha para tudo que é lado,
Sem almejar chegar a um fim,
Todo fim, termina,
Tudo que termina é lembrança,
De um dia menos infeliz.

Nunca mais, sentirá seu peso
Seu fardo, sua honra, seu respeito
Vida mascarada pela falsa realidade
Tudo que é dito
Só nos resta a verdade

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